A Biblioteca e as Aprendizagens Ativas partilham leituras de contos de Anderson. Vem participar nas atividades de Escrita Criativa.
O Dia
Internacional do Livro Infantil celebra-se, anualmente, a 2 de
abril. Esta data assinala-se por ocasião do aniversário de Hans Christian Andersen,
reconhecido escritor dinamarquês. Este Dia tem vindo a ser comemorado desde
1967.
O
seu propósito é incentivar a leitura dos mais novos e salientar a importância
dos livros infantis no processo de educação.
O
tema escolhido para este ano é «Imaginação», tema relevante uma vez que a
promoção da imaginação poderá conduzir a maior compreensão mútua e a um
espírito de tolerância.
Escritor dinamarquês, o autor de contos de fadas mais conhecido
mundialmente, nasceu a 2 de abril de 1805, em Odense, e morreu a 4 de agosto de 1875, em Copenhaga, também na Dinamarca.
Membro de uma família humilde, aos 11 anos, após a
morte do pai, foi viver para a capital, Copenhaga, onde estudou canto e dança, graças a uns protetores.
Trabalhou no Teatro Real como ator e bailarino e também escreveu algumas peças. Acabou por tornar-se mundialmente famoso pelos contos
que escreveu, especialmente por serem dedicados ao público infantil, o que era
raro na época. Publicou os primeiros em 1835 e foi acrescentando outros até
1872, altura em que atingiu os 156 contos. De início, Andersen baseou-se nas
tradições populares do seu país para escrever as histórias, passando depois aos
contos de fadas e a outros onde a Natureza era a protagonista, ou até mesmo os
objetos.
Assim,
escreveu, sucessivamente, contos como Companheiro
de Viagem, Os Cisnes Selvagens, O
Duende, A Colina dos Elfos, O Rouxinol, O Sapo, O Abeto, As Flores da Pequena
Ida, A Agulha de Remendar, A Gota de Água, A Velha Lanterna e Os
Trapos. Em alguns dos mais famosos, como O Soldadinho de Chumbo e A
Pequena Sereia, notavam-se influências autobiográficas.
Nos seus
contos havia sempre uma moral e Andersen tentava passar a ideia de padrões de
comportamento que deveriam ser adotados, nomeadamente para que houvesse
igualdade entre todas as pessoas.
O Dia
Internacional do Livro Infantil celebra-se, anualmente, a 2 de
abril. Esta data assinala-se por ocasião do aniversário de Hans Christian Andersen,
reconhecido escritor dinamarquês. Este Dia tem vindo a ser comemorado desde
1967.
O
seu propósito é incentivar a leitura dos mais novos e salientar a importância
dos livros infantis no processo de educação.
O
tema escolhido para este ano é «Imaginação», tema relevante uma vez que a
promoção da imaginação poderá conduzir a maior compreensão mútua e a um
espírito de tolerância.
Escritor dinamarquês, o autor de contos de fadas mais conhecido
mundialmente, nasceu a 2 de abril de 1805, em Odense, e morreu a 4 de agosto de 1875, em Copenhaga, também na Dinamarca.
Membro de uma família humilde, aos 11 anos, após a
morte do pai, foi viver para a capital, Copenhaga, onde estudou canto e dança, graças a uns protetores.
Trabalhou no Teatro Real como ator e bailarino e também escreveu algumas peças. Acabou por tornar-se mundialmente famoso pelos contos
que escreveu, especialmente por serem dedicados ao público infantil, o que era
raro na época. Publicou os primeiros em 1835 e foi acrescentando outros até
1872, altura em que atingiu os 156 contos. De início, Andersen baseou-se nas
tradições populares do seu país para escrever as histórias, passando depois aos
contos de fadas e a outros onde a Natureza era a protagonista, ou até mesmo os
objetos.
Assim,
escreveu, sucessivamente, contos como Companheiro
de Viagem, Os Cisnes Selvagens, O
Duende, A Colina dos Elfos, O Rouxinol, O Sapo, O Abeto, As Flores da Pequena
Ida, A Agulha de Remendar, A Gota de Água, A Velha Lanterna e Os
Trapos. Em alguns dos mais famosos, como O Soldadinho de Chumbo e A
Pequena Sereia, notavam-se influências autobiográficas.
Nos seus
contos havia sempre uma moral e Andersen tentava passar a ideia de padrões de
comportamento que deveriam ser adotados, nomeadamente para que houvesse
igualdade entre todas as pessoas.